Eleições: o futuro , os medos, as incertezas , os riscos
Decidir o futuro político de um país não é tarefa fácil, para ninguém. Convencer milhões de eleitores a dar o seu voto de confiança deve ser uma tarefa muito difícil. Por outro lado escolher dentre tantas opções de candidatos o que melhor irá representar o nosso país, estado ou cidade também não é uma tarefa fácil.
Durante os meses que antecedem as eleições os candidatos tem que lutar contra o tempo para convencer o eleitorado. Seja para que cargo for eles precisam preparar suas campanhas, estabelecendo suas metas e projetos. São momentos de altos e baixos, de loucura, de correria e de muita tensão. Nesse momento é necessário se mostrarem os mais perfeitos, sabendo defender suas propostas e metas, tendo a frieza para se impor, se defendendo de possíveis acusações, contra-atacando, ter simpatia para agradar, as palavras certas para dizer, as amizades certas para os acompanhar, apoiar. É preciso fazer de um tudo para agradar e conquistar. E não é qualquer conquista, é conquistar a confiança do eleitor, conquistar a credibilidade, é dar a cara a tapa e está pronto para mostrar o que de melhor tem para oferecer, é se tornar alguem confiável, alguém que milhões de pessoas desejem dar a oportunidade de representá-las. Toda sua vida e história passam a ser conhecidas, reviradas de cabeça para baixo, e todos os pontos são apresentados tanto os negativos, quanto os positivos, e esses servem para mostrar quem são. As disputas se apertam e o vencedor é aquele que consegue reunir os melhores pontos positivos agregados aos apoios.
O eleitor esse é o alvo principal das campanhas, aquele que precisa ser conquistado, alguns são leigos no assunto, uns por falta de interesses outros por falta de acesso as informações, alguns sabem um pouco sobre política, mas só se preocupam em decidir seu voto quando chega a hora de ir as urnas, mas tem também os militantes, os que apuram, investigam, discutem, se engajam nas campanhas, defendem e por vezes também condenam. Porém não importa que tipo de eleitor seja, o que importa na verdade é o que esperam. Todos enfim tem o mesmo objetivo, ter um país melhor, ter melhores condições de trabalho, melhores condições de educação. Querem um mundo mais justo, querem dar a oportunidade a pessoa certa, a pessoa que vai conseguir mudar a situação e proporcionar a todos um futuro melhor. Mas mesmo com vontade, mesmo acreditando mas propostas lançadas pelos respectivos candidatos, mesmo com esperança, e com alguns fatos comprovados dar o voto é de certa forma jogar com a sorte, é arriscar sabendo que podem acertar e com as mesmas chances podem errar.
Chega a hora da decisão, urnas lotadas, vontade de um futuro melhor, sonhos, desejos, esperanças tudo depositado num conjunto de números e confirma. No final das contas todos sofrem com as incertezas, com os medos, todos jogam na sorte mantendo em suas escolhas a esperança de está optando pelo certo.
E durante os 4 anos seguintes rezando para não se decepcionar.
E durante os 4 anos seguintes rezando para não se decepcionar.



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